4/12/2007

Como será o mundo? Muçulmano?

Com estas três imagens, quero externar minha preocupação ao ver mais de 1 bilhão de muçulmanos sendo jogados nos braços dos fundamentalistas pela fúria belicosa do mundo ocidental.

Toda forma de extremismo, seja o neo-nazismo, o fundamentlismo branco, o fanatismo de evangélicos, o conservadorismo católico, o fundamentalismo muçulmano ou mesmo os movimentos extremamente ortodoxos judáicos me assustam, me fazem perguntar se estamos caminhando mais uma vez para a dominação pelas trevas do absolutismo, da xenofobia e do assassinato industrial de povos.

Se não se combater a miséria mundial (existem analfabetos, menores carentes, morte por falta de alimentação, sem-tetos e sem-terras também no EUA) caminharemos direto para um período de torturas e violências nunca visto. Não adianta os ricos do mundo levantarem muros, tanto nas suas casas, como nas fronteiras, não adianta que se cerquem de seguranças armados, armas e sistemas de vigilância. A miséria absoluta invade os paraísos através de doenças e assaltos. Para uma população africana esfomeada, o Mediterrâneo nada mais é que uma lagoa. Para uma população latino-americana sem condição de vida, sem empregos, cuja classe média está sendo descartada como material inaproveitável, o muro americano nada mais é que mais um pequeno obstáculo numa vida cheia deles.

O desperdício primeiro-mundista apenas, alimentaria a África, desenvolveria as Américas. O desperdício das elites de todos esses países sub-desenvolvidos ou em desenvolvimento seria o suficiente para acabar com muito dos males que forçam essas imigrações maciças das massas desesperadas.

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