7/26/2007

Diário de Bordo


Aqui estamos no Table Bay Hotel em Capetown, presos no quarto pelo violentíssimo Southeastern.
Clarissa, Pedro-Paulo e eu estávamos imaginando a teimosia que os portugueses tinham que possuir, para virar este Cabo das Tormentas.

E, só eles mesmo para, depois de conseguir dobrar o Cabo, mudar seu nome para da Boa Esperança.

Capetown é muito linda. Ontem o tempo estava esplendoroso. Passamos o aniversário da Clarissa passeando no Waterfront, fazendo compras de artefatos africanos. Vários grupos faziam música pelas ruas. O número de restaurantes simpáticos é enorme. Almoçamos num chamado Belthazaar. O tamanho e sabor dos camarões de Moçambique que eu comi, era único. Me lembrou dos camarões da minha infância, com gosto de camarão do mar e não desse de água-doce, chamados da Malasia e criados em fazendas, que estamos comendo agora no Brasil.
Nossas compras foram de objetos de arte africana a roupas para Da. Helena, uma pasta de couro de Kudu para o Pedro-Paulo e, que surpresa, livros.


Arquivo do blog