3/20/2008

A dança e eu

Como já disse, gosto muito de dançar. De assistir espetáculos de dança, não muito.

Já vi dançando as maiores companhias do mundo. As clássicas e as modernas.
Assisti em São Paulo do Corpo ao Bolshoi, passando por Martha Graham, esta em Nova York. Sendo o pior um espetáculo de dança antroposófica. Os bailarinos ficavam sempre de perfil para a platéia, nunca dando as costas ou girando. Provavelmente estavam se imaginando em um alto-relêvo egípcio. E a música fazia dormir até bebê esfomeado e com cólica.

Mas o que eu mais gostei foi de fazer aulas de dança. Fiz quase um ano com Bia Ocougne, que tinha um salão na alameda Gabriel Monteiro da Silva, quase em frente à casa que morei por cerca de 10 anos, no número 487.

Depois da Bia, eu fiz Ivaldo Bertazzo. Achei bárbaro. Inclusive apareço em um vídeo do SENAC (que não assisti). Parei quando mudei para os EEUU em 1994. Mas sinto muita falta.
Não encontrei aqui em Miami ou em Nova York nada que se comparasse. Não por causa de técnica, que provavelmente devem haver várias tão boas quanto a dele (apesar que eu duvido).
O que realmente é único é o carinho do Ivaldo com os alunos. É um imenso prazer encontrar com o Ivaldo duas vezes por semana. Cada vez é aquela alegria do reencontro. O Ivaldo é muito carismático e carinhosos, não conheço ninguém que tenha sido seu aluno que não sinta o mesmo que eu.

Quem sabe algum dia eu consigo voltar a ter aulas com ele? Espero que sim.

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